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Perda de potência, emissão de fumaça preta ou branca, ruídos e consumo excessivo de combustível são os principais sintomas que indicam eventuais falhas no sistema de turboalimentação. Ao escutar alguma dessas reclamações de um clientes, no entanto, é melhor ficar atento, pois esses mesmos sinais, na maioria das vezes, representam problemas no motor, e todo conjunto deve ser analisado antes de remover um turbo. O item é composto por uma turbina e um compressor de ar rotativo, dispostos em cada extremidade de um eixo. Os rotores do compressor e da turbina estão dispostos em carcaças e seu funcionamento é acionado pelos gases de escape, que giram a turbina quente e por meio do eixo movimenta o rotor de compressão, que aspira o ar e o comprime para dentro da câmara de combustão, aumentando a potência e torque do motor.Antes de substituir o tubo, o técnico deve verificar uma série de itens, para evitar que a peça seja trocada sem necessidade. Vale lembrar que, como os sintomas de falhas do turbo são os mesmos do motor, é necessário que se faça uma checagem no sistema motor-turbo e solucione os eventuais problemas do motor antes da remoção do turbo. "Tome cuidado para não trocar um turbo que está em bom estado, pois muitos recondicionadores agem de má-fé. Eles lavam a peça descartada e a vendem depois, como recondicionada", alerta Norio. No check list que o técnico deve fazer no turbo inclui a inspeção visual do turboalimentador, do rotor da turbina e da carcaça, do rotor do compressor da carcaça e quanto a folgas e ruídos. Verifique o estado de parafusos e porcas, encaixe de conexões, as condições das tubulações e da carcaça e quanto a vazamentos de óleo lubrificante. O estado das mangueiras de admissão de ar, filtro de ar, tubulação de escape de gases, dutos de entrada e saída de óleo, filtro de óleo, óleo do cárter, lacre da bomba injetora e a condição de funcionamento do motor devem ser checados, além de danos causados por objetos estranhos. |